Em outro momento ciclístico noturno, estou eu voltando pra casinha nova às duas e meia da manhã, depois de ter terminado de formatar o livro sobre o Buckminster Fuller para imprimir, quando um bicho atravessa a rua na minha frente. “Que lindo”, penso eu, “um gatinho indo pra uma doce serenata”. Ponho mais reparo, e que gato que nada: o bicho era uma raposa. No meio de Londres. Surreal. Pra completar a cena, só faltava os cachorros de caça e os tiozinhos de casaco vermelho.