Segundas de manhã são os únicos dias em que eu fico contente quando tem congestionamento em Sampa, já que venho dormindo no Limeirense fretado que eu pego em Campinas às cinco e meia da matina. Dou aquela pseudo-acordada básica às seis e meia, abro uma fresta na cortina do ônibus e olho pela janela. Daí eu penso: "Oba, tá tudo parado, vou conseguir dormir mais hoje", viro pro lado na cadeira e puxo o ronco. O único problema é quando as curvas da USP não me acordam, e eu só abro os olhos quando o ônibus pára de vez, lá na Biologia. Daí tenho que enfrentar uma longa caminhada até chegar ao trabalho, no CJE.