As minas

Marilolo, num ato de enorme bondade, abriu sua casa para me receber nesse meu mês de passageiro. Me cedeu um quarto em seu apê e me abrigou feliz da vida, apesar da falta de um controle de portão que nos facilitaria a vida.

Cynthia Miranda continua a mesma, mas melhor. Estamos mais primos do que nunca, e as resistências que eu tinha perderam as forças nesse ano de distância. Vinicius de Moraes, descobri, disse que amigo não se faz, se reencontra. Nesse caso, achei uma parente do coração, sempre lá pro que der e vier.

Cris Yamazato tornou-se mais uma adição ao meu rol de amigas queridas do fundo do peito, uma amizade iniciada quando trabalhávamos juntos, alimentada à distância, e reforçada agora com o retorno. Tricotamos ao vivo, via MSN, de todas as maneiras. A cumplicidade só faz crescer, e deve dar muitos frutos ainda.

Ptah está difícil de encontrar, mais ainda conseguimos fazer a conjunção astral virar.

Priscila está linda, magra e feliz. Esse ano fez um bem danado pra ela, que foi morar em Brasília e resolveu vários dos seus pepinos sentimentais. Vê-la feliz me faz feliz, e ela há tempos precisava de uma fase brilhante na vida. Ela também me fez reencontrar Hugo, o que rendeu uma noite fora de série de conversas enormemente inteligentes e espirituosas que eu não tinha há muito tempo.

Kika está linda, mas teve que recolocar o aparelho, para seu enorme desgosto, pra resolver um problema de ATM que a deixou tomando sopa em todas as refeições no meio do ano. Reclamou que eu não escrevo no Chão, e eu abaixei as orelhas e obedeci.

Amanda, vejam só, casou. E eu nem fiquei sabendo. Juliets também, mas essa, não no papel.

Dani Tovs está linda e malhada, fazendo natação todos os dias. Não nos encontramos ainda o tanto que precisamos, mas antes de eu partir de novo ainda dou um jeito disso acontecer.